Arquivo da Categoria ‘Guias Verdes’

Saco é um Saco!

quinta-feira, 4 de março de 2010

Olha, o novo site da Campanha criada pelo Ministério do Meio Ambiente ficou um arraso! “Saco é um saco” é uma inciativa para tentar reduzir o uso das sacolas plásticas pela população. E acabar com um hábito é sempre uma tarefa díficil e lenta. Depende da boa vontade de cada um aceitar que esse costume que parece tão inocente para alguém, na verdade, multiplicado por bilhões de pessoas, está provocando um grande problema ambiental no planeta.

A luta contra o plástico começou. E não é ele o vilão da história. O consumo excessivo é que é o problema. A dica é: Recuse sempre que puder. Reduza ao máximo seu consumo. Reutilize as sacolas que pegou. Veja outras dicas no site e no blog!

A humanidade usa por ano quase 1 trilhão de sacos plásticos.

Obs: Para entender melhor o problema, clique em Saiba Mais no menu inferior do site “Saco é um Saco“.

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Lista dos carros mais poluentes

sábado, 19 de setembro de 2009

No dia 15 de setembro, o Ministério do Meio Ambiente em parceria com o Ibama, lançaram uma lista dos automóveis mais poluentes vendidos em 2008. Foram 250 testes incluindo motores com versão flex, avaliados com álcool e com gasolina.

“Você sabe o quanto o seu carro gera de poluição?”

Clique aqui e confira no link a lista dos carros mais poluentes de 2008. Ou acesse este link para escolher o modelo do seu carro e ver o resultado mais detalhado.

→ Carros à álcool poluem tanto quanto com gasolina – clique aqui para ler.

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Vídeos sobre sacos plásticos

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Fiz um post com estes vídeos para o pessoal que está fazendo trabalhos e pesquisas sobre os impactos dos sacos plásticos e precisam de imagens e vídeos para apresentação.

Em inglês:

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Centro Akatu de Consumo Consciente

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Descobri hoje esse Centro de Referência do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, e posso dizer que vai ser muito útil para mim, e para a população.

O Centro consiste basicamente em três coisas:

1. Biblioteca – um banco de dados com diversos documentos sobre 12 grandes temas. Ótimo para quem está fazendo pesquisa.

12 Temas

2. Guia de Empresas e Produtos – você digita a palavra-chave e aparecem as empresas/produtos cadastrados no banco de dados do Akatu, que estão classificadas em 4 categorias de acordo com a Escala Akatu. Você pode ainda comparar as ações de até 5 empresas, e fazer comentários. Clique em “Comparar Empresas” que você vai visualizar todas as empresas cadastradas, e pode criar sua própria Escala, com novos pesos.

Escala Akatu

3.  Teste de Consumo Consciente – uma série de perguntas para avaliar se você é um consumidor consciente, com dicas de orientação sobre escolha e compra de produtos. No final, você pode comparar suas respostas com a média dos outros consumidores, e conferir suas respostas “erradas”.

Basta se cadastrar,

e conferir no menu “Como Usar” e começar a pesquisar e entender por que é preciso adotar um consumo consciente. Na “Área Interna” você consegue visualizar todas essas ferramentas dentro do Centro Akatu.

O que achei mais interessante disso tudo, foi a criação da Escala Akatu, que avalia as empresas conforme seu grau de Responsabilidade Empresarial. E mais legal ainda é a criação da sua própria Escala colocando pesos maiores em itens que você considera mais importantes. Veja os itens disponíveis:

1- Princípios e Normas de Conduta
2- Transparência para a Sociedade
3- Participação e Diálogo com os Empregados
4- Promoção da Inclusão Social como Empregadora
5- Atenção aos Empregados
6- Relações de Emprego Justas
7- Cuidado com o Meio Ambiente
› 7.1- Desenvolve regularmente com seus empregados campanhas educativas ou de incentivo sobre temas ambientais. (como minimização de resíduos, reciclagem, consumo consciente, uso racional da água e energia ou proteção ao meio ambiente).
› 7.2 Apóia ou promove ações voltadas à proteção ou qualidade do meio ambiente, não ligadas diretamente à atividade da empresa.
8- Gerenciamento do Impacto Ambiental
› 8.1- Tem programas de uso racional da água e da energia.
› 8.2- Tem programa de coleta seletiva do lixo não-industrial gerado pela empresa.
› 8.3- Na eventualidade de ocorrerem danos ambientais causados por sua atividade, atua para corrigi-los, independentemente de sua gravidade.
› 8.4- Avalia os impactos de suas atividades e de seus produtos ou serviços sobre o meio ambiente e atua preventivamente para minimizá-los.
› 8.5- Discute com fornecedores os impactos ambientais causados no processo de produção de seus produtos ou serviços.
› 8.6- Tem certificados que comprovam que as atividades da empresa respeitam o meio ambiente, tais como ISO 14.000, FSC, Procel e outras.
9- Parceria com Fornecedores
10- Seleção e Avaliação de Fornecedores
11- Responsabilidade na Relação com o Consumidor
12- Comunicação com o Consumidor e Propaganda
13- Relações com a Comunidade Próxima
14- Contribuição para a Sociedade em Geral
15- Transparência Política
16- Práticas Anti-Corrupção
17- Liderança Social

Acho que vale a pena conferir! Tá dada a dica! :)

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Como tudo funciona?

quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Sempre que eu preciso pesquisar sobre alguma coisa, e descobrir como funciona, eu olho no How Stuff Works. Tô falando por conta própria, mas não to ganhando nada por isso hein (rs), é porque eu gosto mesmo desse site, e lá você encontra de tudo. Claro, não preciso nem falar que minha sessão preferida é “Ambiente”.

Aí vão alguns links interessantes que vale a pena conferir:
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Tudo é questão de hábito

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Agora é lei! Moradores do estado do Rio de Janeiro vão ter que mudar os hábitos na hora de ir ao supermercado.

Os grandes supermercados do RJ vão ter até o final do ano para trocar sacolas plásticas por sacolas retornavéis. Então logo logo vamos ter que nos acostumar à nova rotina de fazer as compras.

As vovós provavelmente vão tirar o velho carrinho de feira do armário (ou comprar um novo).  Os que vão ao supermercado motorizados, vão preferir usar as caixas de papelão para guardar os produtos. Os mais preguiçosos, vão optar pelo serviço de entrega em casa. Ou de repente, nem precisam sair de casa: é só acessar o Supermercado Virtual e encomendar o que quiser! (Será que dá certo?)

E por fim, quem realmente entender que é necessário acabar com o uso excessivo das sacolas plásticas, vai começar a usar e abusar das Sacolas Retornáveis. Eu repito: é tudo questão de hábito.

No início sei que muita gente vai ficar injuriada de ter comprar uma sacola no caixa, ou ter que lembrar de levar de casa. Mas isso tudo porque ficamos mal acostumados com os supermercados distribuindo “gratuitamente” as sacolinhas plásticas. O que a gente não pára pra pensar, é que toda sacolinha que a gente leva pra casa tá embutido no valor dos produtos que compramos. E de acordo com uma pesquisa feita em pequenos mercados de São Paulo, o custo com a compra de sacolas plásticas pode chegar à metade do valor do lucro do comerciante. Incrível não? Imagina o quanto os produtos podem diminuir de preço por causa dessa lei aqui?

Andei lendo as notícias por aí, alguns supermercados estão dizendo que não vão conseguir ficar de acordo com a lei. Até concordo, que a lei poderia ser gradativa, obrigando inicialmente o consumidor a comprar as sacolas plásticas que for utilizar. E só depois dessa rejeição, aí sim, implantar as sacolas retornáveis por um preço acessível, e sempre promovendo descontos e promoções para dar uma de graça para o consumidor.

Mas a lei ta aí. Existem diversas opções de Sacola Retornável no mercado de lona, algodão, material reciclado, garrafa PET reciclada, etc.. Depende também de um acordo com essas empresas de comprar grandes volumes para baratear o custo. Tudo bem que o valor nunca vai chegar aos R$0,03 de um saco plástico, porém adquirindo uma Sacola Retornável, uma pessoa vai deixar de utilizar em média 500 sacolinhas plásticas em um ano.

“Em todo o mundo são produzidos um trilhão de unidades a cada ano. No Brasil, 1 bilhão de sacolas são distribuídas nos supermercados mensalmente – o que equivale a 66 sacolas por brasileiro ao mês, sendo que 80% delas são utilizadas somente uma vez.” Isso é, vão direto pro lixo. Acontece que, nós podemos separar nosso lixo dentro de casa, de forma que não precisemos tanto dessas porcarias. Elas só ainda vão ser necessárias para lixo orgânico e de banheiro. Os outros tipos de resíduos, podem ser colocados numa caixa de papelão e serem jogados nas lixeiras de coleta seletiva.

Mesmo sendo só no Rio de Janeiro a lei, acho que deveria ser copiada por grandes supermercados do Brasil. Lugares na Europa e nos Estados Unidos, a Sacola Retornável virou febre, porque a população entendeu os problemas causados pelo uso das de plástico. Eu moro no estado do Rio, e estou adorando! rs E você? Deixe seu comentário no final da matéria!

Fontes: Link 1Link 2

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Sacola Retornável 100% PET

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Este mês o Meu Mundo Sustentável estabeleceu uma parceria com a empresa da SacolaRetornavel.com e em Setembro já vamos inaugurar uma Loja Virtual para quem quiser comprar uma Sacola Retornável personalizada.

Empresas e Instituições interessadas em conhecer o material e solicitar um orçamento, já podem entrar em contato pelo email meumundosustentavel@hotmail.com

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Papel x Plástico

sábado, 22 de agosto de 2009

Papel x Plástico

Papel x Plástico 2

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Campanha Saco é um Saco

sábado, 22 de agosto de 2009

Saco é um SacoO Ministério do Meio Ambiente lançou uma Campanha chamada “Saco é um Saco” sobre a conscientização do uso das sacolas plásticas. E não é puxa-saquismo(!), mas o blog deles está excelente com matérias muito claras e objetivas sobre o assunto. Estou elogiando além do conteúdo, a iniciativa do MMA e a toda a idéia da campanha. Digo isso, porque vi um blog sobre meio ambiente criticando a ação porque “não é proibindo o uso que vai resolver o problema”.

Sinceramente?

Nós humanos temos dificuldade de aceitar as mudanças. A primeira vista pode parecer um saco (!) não encontrar mais sacos(!) plásticos nos supermercados. E o lixo, como a gente joga fora? Vamos ter que levar sacolas retornáveis de casa para o supermercado? (Para todos os problemas, já existe uma solução! Veja no final da matéria)

Calma gente, não é um bixo de sete cabeças! A gente se acostumou com os supermercados darem de graça um recipiente pra levar as compras pra casa. Mas vocês já pararam pra pensar o quanto um supermercado gasta com essas gracinhas? Um estudo feito pela Sacola Retornável mostrou que em alguns mercados esse custo chegava a ser metade do seu lucro! Isso é, se os supermercados pararem de distribuir as sacolinhas de graça, a gente vai ter que comprar sacolas de pano, lona, feitas de PET reciclado, mas em contrapartida, os preços dos produtos vão diminuiir!! Cada sacolinha plástica está embutida no produto que você está comprando.

Pra ser honesta, até eu ainda estou me adaptando! Hoje mesmo saí de casa só pra comprar um refrigerante e esqueci de levar minha sacola de PET reciclada! Só lembrei quando vi o cara colocando a garrafa dentro do saco plástico com um sorriso estampado no rosto. Pro cara atrás do balcão ele está te fazendo um favor. Todas as vezes que falo “Não precisa de do saco plástico, obrigada”, o comerciante fica na dúvida se é uma grosseria ou uma desfeita. Tem até uns que ficam olhando pra minha cara esperando um motivo e eu tento ser simpática dizendo “Não precisa né, é só isso que to levando. E além do mais, as sacolinhas ajudam a poluir o planeta.” Uns concordam, mas a maioria faz cara de quem não entendeu, ou mesmo finge que entendeu. rs

Soluções para os mercados

É aí que entra o papel do comerciante e do funcionário na conscientização da população.Se cada um deles informar para o seu cliente o problema ambiental que causa as sacolas plásticas e/ou os benefícios da sacola retornável, estes  E isso inclui a solução que os mercados vão dar para a proibição das sacolas plásticas.

A primeira idéia é incentivar o uso das sacolas retornáveis. O mercado pode presentear o consumidor com uma sacola retornável quando as compras forem acima de um valor X e se o cliente sempre fizer as comprar do mês lá, depois de um tempo ele já vai ter estoque suficiente de sacolas retornáveis para carregar suas futuras compras. Ou fazer um cartãozinho para ir acumulando os valores das compras. Ou a pessoa levar as notinhas de compra do mês vigente quando o somatório for acima desse valor X. A outra idéia é dar um desconto do valor total das compras se o cara levar os produtos dentro de sacolas retornáveis. (E de repente um desconto maior se a sacola retornável for do próprio supermercado!)

Já os clientes que forem de carro, pode-se disponibilizar caixas de papelão para que ele guarde suas compras. (Mais prático impossível) E para os clientes chatinhos (sempre tem um!) oferecer o serviço de entrega à domicílio.

O ideal, é preferir comprar nos mercados perto da sua casa. Que além de você não gastar mais combustível e tempo de volta pra casa, você estará incentivando o comércio local! Além disso, sempre prefira os alimentos feitos localmente e se possível os orgânicos. (Alimentos orgânicos são feitos não só com menos agrotóxico mas também de forma a reduzir o uso dos recursos naturais)

Como descartar seu lixo?

Acontece que a maior discussão acerca da proibição das sacolinhas seria como a população descataria seu lixo. São duas soluções. Primeiro, as pessoas vão ter que aprender a separar seu lixo. Mas também não depende só delas. Vai ser preciso que as cidades invistam em coleta seletiva e que os prédios e casas tenham aquelas lixeiras separadas por tipo de resíduo. (Na minha cidade por exemplo, não tem caminhão especial de coleta seletiva, mas o prédio têm as lixeiras coloridas no térreo e que até mesmo os funcionários podem reutilizar e vender os materiais recicláveis) Com as lixeiras disponíveis, você só vai precisar de duas sacolas plásticas onde em uma vai colocar o lixo de banheiro, em outra o lixo orgânico da cozinha. Os materiais secos, que na maioria são recicláveis, você vai colocar em caixas de papelão que vai manter em casa debaixo do armário, do lado da geladeira, em baixo da mesa.. tanto faz. O importante é tê-las sempre à mão pra quando for jogar o lixo, você pode ter uma caixa para cada tipo de material – alumínio, plástico, papel, vidro – ou coloca tudo dentro de uma caixa só, e quando chegar na lixeira você joga cada coisa em seu lugar. Não dá trabalho hein gente, é tudo uma questão de hábito. Além do mais, você vai reduzir bastante o uso das sacolas plásticas, porque o lixo que mais faz volume é o lixo seco – os recicláveis!

E os sacos de lixo?

Compre somente os reciclados! Saco de lixo pode sim ser feito de material reciclável. O que não pode é sacola de supermercado porque entram em contato com o alimento (determinado pela ANVISA). Então em vez de serem gastos milhões de litros de petróleo ou de gás natural para no final serem jogados fora com o lixo e como lixo, você pelo menos vai estar jogando como lixo um material que foi reutilizado e não retirado da natureza. E ainda assim, é preciso a combinação do saco reciclado junto com as lixeiras de coleta (e se possível um programa de coleta seletiva de verdade com caminhão diferente e encaminhamento do material reutilizável para reciclagem) para que assim se reduza o uso da sacola plástica.

Compostagem em casa

Uma outra alternativa para o lixo orgânico é ter uma composteira em casa e deixar que seus resíduos virem adubo. A lixeira abaixo da empresa NatureMill vende umadessas por um preço salgado, mas você pode montar uma em casa sem qualquer tecnologia. Se você tem um jardim em casa, você pode optar por fazer um minhocário, que pra variar dá dinheiro. Saiba como fazer uma composteira.

composteira

Se você ainda não se convenceu, me desculpe, mas a tendência é essa, e não dá mais pra bater o pé. O Brasil está tomando o rumo certo, que é proibir a distribuição das sacolinhas plásticas mas informando ao consumidor porque isso vai ser bom para o planeta.

Páre de nadar contra à maré, e apoie esta causa! É o nosso futuro em jogo! :)

Obs: Algumas das idéias citadas acima foram retiradas do site Saco é um Saco sob o domínio do MMA.

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A cidade do futuro

sábado, 8 de agosto de 2009

Mesmo já acomodados com o nosso parâmetro de cidade urbana atual, sempre vamos idealizar uma cidade mais limpa, sem poluição, arborizada, de fácil locomoção, sem barulho de buzinas dos carros,.. enfim, uma cidade que nos proporcione melhor qualidade de vida. E não só seria melhor para nós, mas muito melhor para a saúde do planeta.

a cidade do futuro

Quantas milhares de cidades urbanas no planeta Terra funcionando sem freios e sincronia. Traduzindo, essas cidades são como um grande “rebuliço”, um formigueiro sem rumo. Sobrevivemos em meio à poluição atmosférica, ao risco de assalto e seqüestro, à corrupção, ao trânsito caótico, ao número crescente de favelas, à crise econômica, à fome e miséria, à doença sem cura, a doença por falta de infra-estrutura, à desonestidade, ao desemprego…. e por aí vai! Estamos satisfeitos? Não. Ninguém poderia ficar. Mas o que poucos fazem, é correr atrás de um lugar melhor. Não nos envolvemos com a política, porque ficamos desacreditados, temos medo de levar a culpa por escolher um representante que não preste. Não protestamos mais. Não nos dedicamos a encontrar uma solução. Simplesmente nos adaptamos.

“Como seria uma metrópole que começasse a ser construida do zero hoje, planejada para respeitar o meio ambiente? Conheça Estranhópolis, a cidade sustentável que a gente adoraria ver sair do papel um dia!”

Veja o infográfico de Como seria a tal sonhada Cidade Sustentável


As 5 regras seguidas no planejamento de Estranhópolis: (retirado do infográfico)

1) Oferecer aos moradores boa qualidade de vida, explorando o menos possível os recursos naturais disponíveis.

2) Reduzir o gasto de energia e de água e ter a máxima autossuficiência nesses dois recursos.

3) Gerar pouco lixo e gases poluentes que influenciam o aquecimento global, como o CO2.

4) Ter um sistema eficiente de produção de alimentos, com mínima dependência do campo ou de outras cidades.

5) Priorizar os deslocamentos a pé, de bicicleta e com meios de transporte menos poluentes.

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Lei proíbe sacola de plástico nos supermercados do Rio de Janeiro

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Saiu nessa quinta-feira a nova lei que proíbe o uso de sacolas de plástico nos mercados do Rio de Janeiro, sancionada pelo vice-governador Luiz Fernando de Souza Pezão.

A lei determina a coleta e substituição dos sacos plásticos por outros de material reutilizável. As microempresas terão 3 anos para cumprir a determinação, as de pequeno porte, dois, e os médios e grandes estabelecimentos, um ano.

Após o prazo, os estabelecimentos serão obrigados a dar descontos ou recolher sacolas plásticas dos consumidores.

Leia mais.

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Um oceano de plástico

sábado, 30 de maio de 2009

O texto abaixo foi recebido por email numa corrente. (Autor Desconhecido)

Durabilidade, estabilidade e resistência a desintegração. As propriedades que fazem do plástico um dos produtos com maiores aplicações e utilidades ao consumidor final, também o tornam um dos maiores vilões ambientais. São produzidos anualmente cerca de 100 milhões de toneladas de plástico e cerca de 10% deste total acabam nos oceanos, sendo que 80% desta fração vem de terra firme.

vortex
Foto do vórtex

No oceano pacífico há uma enorme camada flutuante de plástico, que já é considerada a maior concentração de lixo do mundo, com cerca de 1000 km de extensão, vai da costa da Califórnia, atravessa o Havaí e chega a meio caminho do Japão e atinge uma profundidade de mais ou menos 10 metros . Acredita-se que haja neste vórtex de lixo cerca de 100 milhões de toneladas de plásticos de todos os tipos.
Pedaços de redes, garrafas, tampas, bolas , bonecas, patos de borracha, tênis, isqueiros, sacolas plásticas, caiaques, malas e todo exemplar possível de ser feito com plástico. Segundo seus descobridores, a mancha de lixo, ou sopa plástica tem quase duas vezes o tamanho dos Estados Unidos.

ocean-plastic
Ocean Plastic

O oceanógrafo Curtis Ebbesmeyer, que pesquisa esta mancha há 15 anos compara este vórtex a uma entidade viva, um grande animal se movimentando livremente pelo pacifico. E quando passa perto do continente, você tem praias cobertas de lixo plástico de ponta a ponta.

tartaruga

Tartaruga deformada por aro plástico

A bolha plástica atualmente está em duas grandes áreas ligadas por uma parte estreita. Referem-se a elas como bolha oriental e bolha ocidental. Um marinheiro que navegou pela área no final dos anos 90 disse que ficou atordoado com a visão do oceano de lixo plástico a sua frente. ‘Como foi possível fazermos isso?’ – ‘Naveguei por mais de uma semana sobre todo esse lixo’.
Pesquisadores alertam para o fato de que toda peça plástica que foi manufaturada desde que descobrimos este material, e que não foram recicladas, ainda estão em algum lugar. E ainda há o problema das partículas decompostas deste plástico. Segundo dados de Curtis Ebbesmeyer, em algumas áreas do oceano pacifico podem se encontrar uma concentração de polímeros de até seis vezes mais do que o fitoplâncton, base da cadeia alimentar marinha.

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Todas a peças plásticas à direita foram tiradas do estômago desta ave

Segundo PNUMA, o programa das nações unidas para o meio ambiente, este plástico é responsável pela morte de mais de um milhão de aves marinha todos os anos. Sem contar toda a outra fauna que vive nesta área, como tartarugas marinhas, tubarões, e centenas de espécies de peixes.

ave-morta
Ave morta com o estômago cheio de pedaços de plástico

E para piorar essa sopa plástica pode funcionar como uma esponja, que concentraria todo tipo de poluentes persistentes, ou seja, qualquer animal que se alimentar nestas regiões estará ingerindo altos índices de venenos, que podem ser introduzidos, através da pesca, na cadeia alimentar humana, fechando-se o ciclo, na mais pura verdade de que o que fazemos à terra retorna à nós, seres humanos.

Fontes: The Independent, Greenpeace e Mindfully

Ver essas coisas sempre servem para que nós repensemos nossos valores e pricipalmente nosso papel frente ao meio ambiente, ou o ambiente em que vivemos.

Antes de Reciclar, reduza!

P.S.: O texto acima foi recebido por email. (Autor Desconhecido)

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Lojas verdes

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Matéria do Planeta Sustentável sobre lojas que vendem produtos ecologicamente corretos:

Supergreen – tubos, conexões e acessórios em PPR, aquecimento solar para água por tubos à vácuo, sistena de energia fotovoltaica, sistema de captação e utilização de água da chuva, estação de tratamento biológico de esgoto doméstico.

EcoLeo – Primeira revenda de madeira certificada da América Latina. Todos os produtos levam o selo do Conselho Brasileiro de Manejo Florestal (FSC): painéis, pranchas, compensados, MDF e madeira serrada bruta de várias espécies.

IDHEA (já indicado aqui) – venda de produtos sob encomenda de ecoplacas, ecoadesivos, ecotelhas, argamassa mineral, massa corrida mineral, areia reciclada, ecoverniz, miniestação de tratamento, telhado verde, sistemas de reuso de água e captação da água da chuva.

EcoCasa (já indicado aqui) – sistemas de coleta da água da chuva, de tratamento de esgoto, de aquecimento solar da água, geradores eólicos, madeira plástica e tintas naturais à base de terra

Casa&Construção – venda de produtos para aquecimento solar, iluminação solar, economizadores de energia, sensores de movimento, hidráulicas de pressão ou sensor, ecotelhas, trituradores para compostagem, cisternas para reuso da água, entre outros.

Veja a matéria completa.

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Arquitetura Sustentável

sexta-feira, 1 de maio de 2009

premio_2006Encontrei um excelente site de uma Empresa de Arquitetura de São Paulo que faz seus projetos com foco na sustentabilidade. Não conheço o trabalho da Empresa, mas podemos visualizar no site dois projetos muito bons que foram vencedores do Prêmio Planeta Casa na categoria Design de Interiores.

Meu objetivo não é fazer propaganda dessa empresa (sei que acabei fazendo), mas divulgar o conteúdo disponibilizado no site sobre os conceitos, princípios e benefícios da Arquitetura Sustentável. Acredito que isso vá estimular os futuros arquitetos a se especializarem nessa área, que está claro ser a “moda” do momento.

[O texto abaixo foi inteiramente retirado do site Cria Arquitetura Sustentável e autorizado para ser divulgado aqui]

O que é um projeto sustentável?

Hoje os edifícios são os principais responsáveis pelos impactos causados à natureza, pois consomem mais da metade de toda a energia usada nos países desenvolvidos e produzem mais da metade de todos os gases que vem modificando o clima.

O projeto de arquitetura sustentável contesta a idéia do edifício como obra de arte e o compreende como parte do habitat vivo, estreitamente ligado ao sítio, à sociedade, ao clima, a região e ao planeta. Se compromete a difundir maneiras de construir com menor impacto ambiental e maiores ganhos sociais, sem contudo, ser inviável economicamente.

A elaboração de um projeto de arquitetura na busca por uma maior sustentabilidade deve considerar todo o ciclo de vida da edificação, incluindo seu uso, manutenção e sua reciclagem ou demolição. O caminho para a sustentabilidade não é único e muito menos possui receitas, e sim depende do conhecimento e da criatividade de cada parte envolvida.

“É extremamente importante que o profissional tenha em mente que todas as soluções encontradas não são perfeitas, sendo apenas uma tentativa de busca em direção a uma arquitetura mais sustentável. Com o avanço tecnológico sempre surgirão novas soluções mais eficientes.” (YEANG,1999)

Princípios básicos que devem nortear o projeto:

• Avaliação do impacto sobre o meio em toda e qualquer decisão, buscando evitar danos ao meio ambiente, considerando o ar, a água, o solo, a flora, a fauna e o ecossistema;
• Implantação e análise do entorno;
• Seleção de materiais atóxicos, recicláveis e reutilizáveis;
• Minimização e redução de resíduos;
• Valorização da inteligência nas edificações para otimizar o uso;
• Promoção da eficiência energética com ênfase em fontes alternativas;
• Redução do consumo de água;
• Promoção da qualidade ambiental interna;
• Uso de arquitetura bioclimática.

Construção sustentável custa mais caro?

A adoção de soluções ambientalmente sustentáveis na construção não acarreta em um aumento de preço, principalmente quando adotadas durante as fases de concepção do projeto. Em alguns casos, podem atéreduzir custos. Ainda que o preço de implementação de alguns sistemas ambientalmente sustentáveis em um edifício verde gere um custo cerca de 5% maior do que um edifício convencional, sua utilização pode representar uma economia de 30% de recursos, durante o uso e ocupação do imóvel.

Um sistema de aquecimento solar, por exemplo, se instalado em boas condições de orientação das placas, pode ser pago, pela economia que gera, em apenas um ano de uso. Edifícios que empregam sistema de reuso de água (a água dos chuveiros e lavatórios, após tratamento, volta para abastecer os sanitários e as torneiras das áreas comuns) podem ter uma economia de água da ordem de 35%. Por princípio, a viabilidade econômica é uma das três condições para a sustentabilidade.

Cenário da Construção Civil e Conceito de Construção Sustentável

As cidades e seu metabolismo são as grandes responsáveis pelo consumo de materiais, água e energia, sendo assim razoável pensar que, em um futuro próximo, continuarão a produzir grandes impactos negativos sobre o meio natural.

Muitos destes impactos negativos são gerados pelo setor da construção civil, que responde por 40% do consumo mundial de energia e por 16% da água utilizada no mundo. De acordo com dados do Worldwatch Institute, a construção de edifícios consome 40% das pedras e areia utilizados no mundo por ano, além de ser responsável por 25% da extração de madeira anualmente. É natural que a sustentabilidade assuma, gradualmente, uma posição de cada vez mais importância neste cenário.

O conceito de Construção Sustentável baseia-se no desenvolvimento de modelos que permitam à construção civil enfrentar e propor soluções aos principais problemas ambientais de nossa época, sem renunciar à moderna tecnologia e a criação de edificações que atendam as necessidades de seus usuários.

O que são materiais ecológicos?

Ecoprodutos são todos artigos de origem artesanal ou industrializada, que sejam não-poluentes, atóxicos, benéficos ao meio ambiente e á saúde dos seres vivos, contribuindo para o desenvolvimento sustentável.
Como saber se o material/tecnologia é sustentável ou menos impactante?
• Matéria-prima – é virgem ou reciclada? Como é extraída? É um recurso renovável?
• Qual é o processo produtivo? Apresenta baixo consumo de energia? E de água? O processo é poluente? (ar, água, terra, som). Gera q tipo de resíduos?
• O produto é poluente?
• Sua instalação, manutenção gera resíduos?
• Como é a logística de distribuição do produto? Consome muita energia?
• E a embalagem? Possui potencial de reciclagem ou de reuso?
• Possui algum tipo de certificação ( tipo ISSO 14001) ou SELO?

Confira no site alguns exemplos de materiais e tecnologias utilizados nos projetos de arquitetura sustentável do Cria Arquitetura: Economia de água e energia, Conforto termo-acústico, Qualidade interna do ar, Madeiras, Tecidos e fibras sustentáveis, Comércio solidário e consumo consciente, e outras alternativas.”

Parabéns pela inciativa das arquitetas que se especializaram em Bioconstrução, Materiais ecológicos e tecnologias sustentáveis.

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Negócio “reciclável”

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Cada dia, surge mais e mais empresas especializadas na produção de produtos feitos de material reciclado. Além do lucro que se obtém de um negócio comum, a reciclagem desses materias que iriam para o lixo, e muitas vezes poluem rios e oceanos e esgotam os lixões, vão ser levadas para a indústria para serem transformadas em um novo produto de valor.

Com capital para investir e criatividade para inovar, você pode abrir sua própria empresa de Reciclagem.  Este GUIA, do Setor Reciclagem, dá dicas de como abrir, além de explicar como funciona os processos de reciclagem do papel, plástico, vidro e as latas de alumínio e aço.

Ainda no mesmo site, você encontra Manuais sobre Reciclagem e Indústrias. Segue abaixo alguns que eu achei mais interessantes:

E por último, para quem realmente está interessado:

Alguns exemplos de empresas que fabricam produtos reciclados:

Em breve, eu posto mais alguns exemplos !

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Somos viciados em Petróleo?

domingo, 4 de janeiro de 2009

Jeremy RifkinSaiu na Veja de 24 de dezembro de 2008 uma entrevista com o economista americano Jeremy Rifkin, o consultor a quem os governantes de alguns dos principais países europeus recorrem quando o assunto é energia. Ele defende que a crise financeira, a energética e o aquecimento global estão interligadas, e não podem ter soluções separadas.

Rifkin acredita que esse momento em que países ricos estão declarando recessão é ideal para começar a investir em energias renováveis, e que se não acabarmos agora com o vício do petróleo, os danos vão ser muito piores.

“Está na hora de iniciarmos a revolução verde. Ela não pode ser adiada. É o impulso que pode fazer a economia global andar de novo”, diz ele. “Em breve, seremos 9 bilhões no planeta. Isso aumentará ainda mais a demanda por petróleo e carvão. Sem a revolução verde, vamos entrar numa roda-viva de turbulências.”

Em resposta a uma das perguntas, o economista critica o pensamento do primeiro ministro da Itália,  Silvio Berlusconi que diz que os custos para desenvolver novas energias e para combater o aquecimento global são excessivamente altos. Rifkin então responde:

“Com sua visão ultrapassada de mundo, Berlusconi desconhece que não enfrentamos uma crise qualquer. Estamos na passagem entre duas eras. Olhar para a velha economia e buscar soluções nos parâmetros tradicionais não vai funcionar. Pessoas retrógradas como ele podem levar a Europa e o planeta ao fundo do poço.”

Como convencer os governos e investidores a aplicar dinheiro numa mudança radical de matriz energética sem garantia de que ela será bem-sucedida? Jeremy explica que é necessário adotar duas estratégias: diminuir o desperdício dos combustíveis fósseis e das centrais nucleares com seus respectivos danos ambientais; e investir em energia renovável, no hidrogênio, nas construções verdes e em redes de distribuição de energia inteligentes. E ele alerta: “É preciso ter em mente que essa transição levará décadas. Pode durar todo o século XXI”

As energias renováveis estão disponíveis em todo lugar no planeta. Do país mais pobre ao mais rico, todo mundo tem em torno de si a energia de que precisa. O sol brilha, o vento sopra e temos calor embaixo dos pés, porque nosso planeta é quente. Temos lixo aos montes para queimar. A maioria da população mundial vive em áreas costeiras e tem a energia das ondas à disposição.”

Depois de citar os benefícios da energia renovável, ele acrescenta que com a tecnologia atual, as fontes renováveis não podem ultrapassar 20% do total da matriz energética, pois a produção não tem regularidade. “O sol e o vento variam conforme o dia. Como não há um sistema de armazenamento eficaz para os períodos de alta produção, a energia excedente entra na rede e provoca panes. Por enquanto, a única forma de estocar esse tipo de energia é armazenar o excesso em baterias. A maioria das baterias é feita de lítio, o que pode ser outro problema no futuro.”

Ele então explica que as baterias com essa substância são também a principal aposta da indústria automobilística para mover os carros elétricos, e que se não tomarmos cuidado, passaremos da dependência dos combustíveis fósseis para a dependência do lítio. As reservas de lítio, assim como as de petróleo, são limitadas e estão em poucos lugares do planeta. A maior parte delas está localizada nos Andes, principalmente no Chile.

O americano afirma que a Europa é a líder na corrida pelo novo cenário energético mundial. E que o melhor exemplo de como a energia verde funciona está na Alemanha.

Em oito anos, o país reduziu drasticamente sua dependência do petróleo. Metade da energia solar existente no mundo é produzida lá. O governo alemão não está temeroso diante da crise. O ministro dos Transportes da Alemanha acaba de anunciar incentivos à produção de carros elétricos que devem resultar na produção de 1 milhão de veículos desse tipo no país até 2020.”

Na entrevista feita pela jornalista Gabriela Carelli, o economista compara a crise atual com a Grande Depressão, que as duas possuem pontos em comum, mas que na década de 30 havia uma crise econômica. Hoje, o mundo sofre três crises simultâneas: a financeira, a energética e o aquecimento global.

Será que estamos diante da maior crise da história do planeta?

Leia a entrevista completa no site da Revista Veja.

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Bolsa feita com anéis de latinha

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

“Está com uns 1000 lacres de latinha sobrando? Tem uma habilidadezinha com crochê? Então siga o passo-a-passo para confeccionar uma incrível bolsa feita com lacres de latinha.

O segredo da bolsa é confeccionar diversas florzinhas com seis lacres cada, todas presas com crochê. Cada florzinha se prende a outra, formando o que você criar, neste caso, a bolsa da Luluzinha.

O acabamento foi dado com forro de tecido branco e fecho de pressão (ou imantado). O efeito final é belíssimo e a bolsa também ficou resistente e boa de usar.

Como o passo-a-passo da Lu foi generoso, com muitas imagens de alta resolução, resolvemos colocá-las no Fotolog do Setor Reciclagem.”

Clique aqui para ver o passo-a-passo.

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100 melhores empresas de Tecnologia Limpa

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Foi lançando o Guardian Library House 2008 Cleantech 100 onde estão listadas as 100 melhores empresas de tecnologias limpas da Europa.

Usando a base de dados da Library House, as empresas foram selecionadas por uma avaliação criteriosa da informação, recorrendo à supervisão de um painel de especialistas.

Ao considerar o potencial de crescimento destas empresas e o seu potencial impacto ambiental, o Guardian Library House 2008 Cleantech 100 apresenta um conjunto de empresas que se prespectiva que possam ter um grande impacto no planeta.

As empresas destacadas são de Energia Solar, Energia das Ondas, Energia Eólica, Biocombustíveis, Tecnologia de Construção, Transporte, entre outros setores.

Veja a lista das 100 empresas.

Via: Ambientalistas

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Edifício Ecológico da Nokia

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Projetado conforme as normas LEED, o edifício ecológico da Nokia localizado em Beijing, na China, incorpora mais de 30 técnicas de design que permitem uma redução de 37% no consumo de água e cerca de 20% no consumo de energia quando comparado com os edifícios comuns.

Desde que a obra ficou pronta, a empresa tem agrupado seus escritórios na China. Departamentos de produção, distribuição, logística, marketing, serviços, além da base de fabricação dos celulares e parceiros de suprimentos, estão concentrados num raio de 1 quilômetro. Ao mesmo tempo em que isto tem aperfeiçoado a eficiência das comunicações e operações, a iniciativa tem permitido que a empresa reduza as suas emissões de CO2 causadas pelo transporte, diminua o uso de materiais de embalagens, economize em viagens de negócios e economize em custos de embarque para longa distância.

Esta rede industrial de celulares não é apenas a maior do mundo, mas também uma das que mais estão compatíveis com o conceito de Sustentabilidade no setor de telefonia móvel. Confira abaixo algumas das ações ecológicas realizadas:

  • 20% em economia total de energia: o design ecológico reflete a responsabilidade corporativa

Estacionamento ambientalmente correto

Área de estacionamento subterrâneo: mais de 50% dos espaços de estacionamento estão no subsolo. A Nokia colocou pavimentação Creta nos espaços do estacionamento aberto para reduzir a irradiação térmica.

Estacionamento ambientalmente correto: área de estacionamento reservada para veículos em concordância com o meio ambiente (veículos de baixo nível de emissão, veículos com consumo eficiente de energia, veículos de viagens em grupo).

Edifício ecológico

A Nokia utilizou materiais extraídos, recuperados, coletados e fabricados nos 800 quilômetros do local, numa proporção de 27,2% do valor total dos materiais (com base no custo), para a construção do edifício. 12,1% dos materiais corresponde a materiais reciclados.

A Nokia desenvolveu e implementou um plano de controle de detritos da construção, e conseguiu desviar cerca de 78% destes atritos dos aterros sanitários.

Design ecológico

A Nokia utilizou materiais para a cobertura com um elevado Índice de Refletância Solar (Solar Reflectance Index – SRI). Um SRI maior representa menos calor solar absorvido pela superfície da cobertura, uma vez que ele reflete as ondas solares. Utiliza ainda a luz do dia porque a cobertura está inclinada para o sul.

Parede de telas de vidro: A fachada do edifício foi feita de vidro duplo para ajustar automaticamente a temperatura, utilizando o ar intermediário. Juntamente com o sistema de ar acondicionado, a temperatura interna não fica afetada pela temperatura externa, o que produz economias totais de 14% no edifício.

Mobília ecológicaO edifício utiliza materiais de construção rapidamente renováveis (feitos de estruturas tipicamente coletadas num ciclo de dez anos ou menos) para conseguir 3,5% do valor total de todos os materiais e produtos de construção (com base no custo) usados no local.

Economia de energia

Luz solar natural: O pátio do edifício está rodeado de escritórios e salas de conferência. 77,4% da superfície pode aproveitar a luz solar natural. O sistema de ar acondicionado, a iluminação e os projetores são controlados pelo Sistema de Administração do Edifício o qual se desliga automaticamente 15 minutos após ter entrado em modo de espera.

Controle de energia: O sistema de ar acondicionado, a iluminação e os projetores são controlados pelo Sistema de Administração do Edifício, o qual se desliga automaticamente 15 minutos após ter entrado em modo de espera.

Impressoras que economizam energia: O edifício tem impressoras multifuncionais para imprimir, copiar, enviar mensagens por fax e digitalizar. Todas elas estão configuradas para imprimir em ambas as faces do papel e são compartilhadas por um grupo de funcionários que trabalham em proximidade.

Economia de água

Plantas que necessitam menos irrigação: Para plantar, a empresa selecionou espécies nativas que não necessitem de muita irrigação. O local conseguiu uma redução geral de 37% no consumo de água para estas espécies, e conta ainda com acessórios economizadores de água, bem como uma fonte centralizada de águas residuais para descargas de vasos sanitários, irrigação e limpeza.

Eficiência no consumo de água: O edifício utiliza águas residuais para todas as descargas de vasos sanitários. Possui também torneiras que funcionam ao serem tocadas visando economizar água.

Reciclagem

Disponibiliza uma área facilmente acessível para coletar e armazenar todos os materiais não tóxicos destinados a reciclagem.

Comércio Ecológico

Oferece alimentos saudáveis, favorecendo a proteção ao meio ambiente.

Caixa ecológica

Oferece acesso fácil aos funcionários na entrada do edifício para que eles retornem telefones e acessórios móveis obsoletos.

  • Luz solar, alimentos saudáveis, exercícios: uma solução de ambiente de trabalho integrado LOHAS

Transporte em concordância com o meio ambiente

Terminal local de transporte: Foram projetadas 49 linhas de serviço regular de ônibus. A viagem diária ao trabalho dos funcionários com muita comodidade pode reduzir as emissões de dióxido de carbono de veículos particulares.

Estacionamento seguro para bicicletas: Os funcionários que levam bicicletas ao trabalho são estimulados a considerar a economia de energia e a proteção do meio ambiente.

Cenários excelentes

97,7% da área possui uma vista do exterior. Um elevador panorâmico permite ver todo o edifício.

Controle da qualidade do ar

Controle da fumaça ambiental de tabaco: Não se permite fumar no edifício, visando assegurar um ambiente de trabalho cômodo e saudável.

Plantas para ambientes internos: Para a paisagem residencial e a qualidade do ar, o edifício possui todo tipo de plantas em seu interior.

Escritórios de fácil utilização

Mesas ajustáveis: Todas as mesas de trabalho podem ser ajustadas de acordo com a necessidade, visando oferecer comodidade de trabalho.

Sala para visitantes: A sala para visitantes recebe colegas da Nokia de todas as partes do mundo. Uma rede sem fio cobre todo o edifício para economizar espaço e energia.

Auditório: Porta giratória para o tráfego intenso.

Área de armazenamento: Uma área de armazenamento para que os funcionários e os visitantes coloquem seus pertences – o que representa uma idéia de muita sensibilidade da empresa.

Comodidade para cadeiras de rodas: Os elevadores do local foram projetados para que as pessoas deficientes possam adentrá-los com facilidade.

Outras comodidades e facilidades

Chefe de serviços do andar: Foram organizados chefes de serviços de andar, dedicados ao fornecimento de serviços personalizados em cada andar.

Copa: A empresa disponibiliza copos suficientes e estimula os funcionários a usá-los diariamente visando reduzir o uso de copos descartáveis.

Café natural: A empresa oferece alimentos frescos e saudáveis. Não são usados talheres descartáveis. A área de alimentação é grande e iluminada e permite desfrutar do paisagismo externo através do teto de vidro.

Academia: A academia abre suas portas diariamente e oferece gratuitamente um conjunto completo de instalações. São oferecidos treinadores profissionais para motivar e dar treinamento aos funcionários. São oferecidos também uma sauna, duchas e armários.

Caixa eletrônico: São aceitos cartões bancários populares do: CITIC, China Merchants Bank e ICBC com o China Unipay Services.

Centro comunitário: Massagens, salão de beleza, clínica e creche infantil.

Serviço postal: Disponibiliza serviços de coleta e serviço expresso de coleta e entregas pessoais.

Área de descanso: Instalações de entretenimento, por exemplo: dados, mesa de bilhar, futebol de mesa; na área de trabalho para oferecer relaxamento aos funcionários durante os períodos de descanso.

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Conceito Remade

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Outra novidade apresentada no evento da Nokia é o projeto Homegrown que tem a finalidade explorar as melhores possibilidades de sustentabilidade no design de celulares. Assim, surgiu o Conceito Remade, o primeiro conceito de celular feito com materiais recicláveis. Garrafas Plásticas, latas de alumínio e pneus, são usados como matéria prima na produção do aparelho. E ainda conta com outras tecnologias na parte interior para que economize energia.

Outro conceito do projeto é o “Zero Waste Charger” que deu origem a um carregador pensando nas milhares de pessoas que desconectam o celular e deixam o carregador plugado na tomada! (Eu mesma fazia isso!) E como Mitti Storckovius, Diretora Global de Meio Ambiente disse, o carregador plugado por horas sem estar sendo utilizado, gasta apenas alguns miliwatts, mas multiplicado por milhares de pessoas (preguiçosas ou que não tem idéia disso) desperdiçam energia pra abastecer centenas de casas todo ano! Foi pensando nisso que o Carregador que além de consumir menos 4% de energia, utiliza uma tecnologia que possibilita saber se o celular está conectado ou não para começar a puxar energia.

Ainda há o objetivo de fazer com que as pessoas diminuam a vontade de trocar o aparelho, criando a possibilidade de atualizar o software de maneira digital. Um propósito muito nobre, mas que na minha opinião, isso não vai mudar enquanto as pessoas só pensarem no que tem a mostrar e não se importarem da onde vem o que consomem ou pra onde os restos vão. Mas pelo menos colocando esse conceito em prática, a Nokia vai estar fazendo o papel dela pra ajudar.

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Nokia Data Gathering

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Uma das principais novidades deste Evento no Panamá, foi a divulgação do Nokia Data Gathering (Nokia Coleta de Dados), um software para ajudar o setor público e ONGs a coletarem dados de maneira rápida e eficaz. A nova tecnologia foi desenvolvida no Brasil, e substitui os formulários de papel, evita o transporte de funcionários e o preenchimento incorreto na hora de passar o conteúdo do papel para o computador, além de possibilitar a marcação geográfica do local onde foi feita a coleta. Um trabalho que poderia levar semanas é feito em algumas horas.

A primeira aplicação do software está sendo feita em Manaus, na coleta de dados epidemiológicos para prevenção de doenças como a Dengue. Este mês, 50 especialistas sairão às ruas da região metropolitana de Manaus, munidos de aparelhos de modelos específicos da Nokia, emprestados pela Empresa, para obter e registrar dados sobre comportamentos preventivos e sintomas da dengue. No ano que vem, existe a previsão de envolver 600 agentes de saúde que cobrem todo o Estado do Amazonas, para combater também a Malária e Febre Amarela, e em campanhas de vacinação e ações de vigilância sanitária e ambiental.

A tecnologia do NDG foi criada para diversos fins, indo além do campo da saúde. “Por exemplo, a obtenção remota de dados é fundamental em áreas como agricultura, censos, serviços emergenciais e até suporte a crianças carentes. Trata-se de um serviço com diversas possibilidades”, disse André Erthal, gerente do Instituto Nokia de Tecnologia.

Leia mais sobre o Nokia Data Gathering (em inglês).

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Nokia Responsible Business Summit

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Entre os dias 31 de Setembro e 2 de Outubro, foi realizado na cidade do Panamá o evento organizado pela Nokia, onde jornalistas de toda América Latina foram reunidos para conhecer e saber mais sobre as iniciativas socioambientais da empresa de telefonia móvel.

O site Meu Mundo Sustentável foi gentilmente convidado pela agência de comunicação LVBA, que é responsável pela área de Imprensa da Nokia. Eu fui até o Panamá – já curiosa depois de ver a nova versão do Guia Verde do Greenpeace de Setembro.

Durante o Nokia Responsible Business Summit – algo equivalente a Evento Nokia de Responsabilidade Corporativa – conhecemos algumas das iniciativas socioambientais da empresa, como o novo conceito Remade, as ações de sustentabilidade dentro da fábrica da Nokia em Manaus, o prédio ecológico construído na China e um novo software que pretende ajudar na prevenção de doenças epidemiológicas, além de outras mudanças fundamentais na Política da Empresa, que permitem com que ela faça seu papel de responsabilidade ambiental.

A Nokia que é líder mundial em mobilidade, além de desenvolver aparelhos celulares, serviços e softwares, tem como foco ampliar a oferta de serviços de Internet ao consumidor. Ela foi recentemente classificada como a empresa mais verde do mundo, segundo o relatório trimestral da ONG Greenpeace e da crescente preocupação deles com o meio ambiente.

“Na Nokia, buscamos ser responsáveis diariamente, desde a maneira que operamos nosso negócio a como fazemos nossos produtos. Auxiliamos os nossos clientes no uso da tecnologia móvel para a tomada de decisões sustentáveis. Também contribuímos junto às comunidades onde atuamos, promovendo assim o benefício social que a tecnologia pode oferecer.” – disse César Castro, diretor geral da Nokia na América Central, Caribe e Região Andina.

A empresa também anunciou no evento, seus projetos sociais que já beneficiaram mais de 135 mil jovens na América Latina. Um deles tem o objetivo de treinar jovens de até 24 anos que não têm qualificação para conseguir um bom emprego no mercado. A Nokia também ajuda as comunidades em situações de desastres naturais, como terremotos e inundações.

O Panamá é um dos países que mais cresce na América Latina e é famoso pelo canal do Panamá, que liga o Oceano Atlântico ao Oceano Pacífico e que levou cerca de 10 anos para ser concluído. O evento foi realizado no Hotel Playa Bonita que fica na costa do bonito Oceano Pacífico, e permitiu aproximar os jornalistas e funcionários com a natureza da região, onde o verde e a água tomavam conta do cenário.

Na próxima matéria, vou falar um pouco sobre as iniciativas mostradas durante o encontro. Também vou mostrar um resumo de cada uma delas, realizadas pela Nokia para minimizar seus impactos no planeta tentando ser cada dia uma empresa mais sustentável.

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Guia Verde dos Eletrônicos – Setembro’08

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Em Setembro, saiu a nova versão do Guia Verde dos Eletrônicos e como costume vim falar das novidades (Leia as matérias sobre a Versão 6 e a Versão 7). O ranking reúne as principais empresas fabricantes de equipamentos eletrônicos que recebem notas de acordo com o seu comprometimento com o meio ambiente. Os principais itens avaliados são o uso de substâncias tóxicas no processo produtivo, a política de recolhimento de produtos obsoletos, a reciclagem e – agora na versão 9 foi incluído como critério – as práticas da companhia em reduzir o consumo de energia e a emissão de gases poluentes.

A principal novidade é que a Nokia voltou a ser a 1ª colocada no ranking com nota 7 e nos próximos posts eu vou falar porque esta Empresa conseguiu o título de Empresa Mais Verde de Eletrônicos da Lista do Greenpeace.

Clique Aqui para ler mais no site do Greenpeace (em inglês).

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Índice Sustentabilidade Empresarial feito pela Bovespa

terça-feira, 22 de julho de 2008

Em Dezembro de 2005, a Bovespa em parceria como Ministério do Meio Ambiente, Instituto ETHOS, FGV (Fundação Gentúlio Vargas e outras cinco instituições, criou o ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial) que lista as Empresas mais Sustentáveis para se investir. Isso porque com as novas preocupações com o meio ambiente, a exigência de ter responsabilidade ambiental dentro de uma empresa aumentou. Aquelas que mais tem preocupação com o meio ambiente, se tornam preferência dos consumidores, além de estarem preparadas para enfrentar possíveis crises ambientais.  Dessa forma, os investidores têm procurado empresas socialmente responsáveis, sustentáveis e rentáveis para aplicar seus recursos.

Fazem parte do Índice, empresas como Petrobrás, Aracruz, Bradesco, Gerdau, Perdigão, Sadia, Natura, entre outras (Clique aqui para ver a lista). A avaliação para fazer parte do ISE, é feita por um questionário que considera elementos ambientais, sociais, e econômico-financeiros de forma integrada. Para os gestores ambientais de plantão, vale a pena dar uma olhada no questionários que contém indicadores para a existência de Politica Ambiental, SGA, Comunicação interna, Emissões de Resíduos, Passivos Ambientais, etc..

Desta forma, outras empresas são incentivadas a cumprirem as exigências do Índice para que tenham mais credibilidade dos investidores e consequentemente ajudam na preservação dos recursos ambientais do planeta.

Fonte: Bovespa – ISE

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Bolsa feita de teclado

domingo, 29 de junho de 2008

“Esta bolsa estilosa é ideal para um mundo cada vez mais cibernético e descartável. Foi essa a maneira inventada pelo designer português João Sabino para utilizar teclados de computador quebrados. Ao invés de despachar as peças para a lixeira, destino certo deste tipo de equipamento, Sabino criou bolsas em duas cores que estão fazendo a cabeça dos internautas antenados em design, moda e novidades. Se não curtir, é só dar um Ctrl+Alt+Del!”

Dica da Beatriz Couto. Obrigada! :)

Via Território Feminino

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