Arquivo da Categoria ‘Produtos Ecológicos’

Sacolas de Pano

terça-feira, 8 de abril de 2008

Já sabemos que temos que proibir as sacolas de plástico nas nossas vidas. E enquanto ninguém faz nada para mudar isso, nós temos que comprar nossa própria sacola de pano, e levá-las toda vez que formos no supermercado ou às compras…

Encontrei alguns sites que vendem essas sacolas:

A Natura que sempre é premiada por suas políticas ambientais, também lançou sua sacola de pano. E é uma graça! Se eu não me engano, custa R$15.


No blog da Arte Fuzuê, você encontra sacolas muito fofas com mensagens ecológicas. R$8,90 é o preço no atacado.

No site da Carbono Zero você encontra sacolas coloridas e estampadas que são feitas de brim. Custam R$29 cada.

No site da Fun Verde, você pode comprar kits das sacolas por R$60. O kit vem com 5 sacolas retornáveis: 4 de lona 100% algodão e 1 de lona de caminhão.

Sacolas feitas de Garrafa PET! São lindas e de graça! (Pague só o frete: R$12,50) Peça a sua no site da Sacola Retornável.
Sacolas feitas de algodão com a mensagem em inglês “I’m not plastic bag” (Eu não sou uma sacola de plástico) Peça a sua no blog Mundo Limpo.
Sacolas feitas de algodão cru. Encontre também bolsas de algodão no blog Tudo Em Patch.

O Idec, Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor também lançou sua sacola. Feita de algodão cru, custa R$20 para não associados.


A Hering criou sua própria sacola retornável, feita de lona, vendida por R$49.
Créditos pela foto

A Enjoy, também está distribuindo suas sacolas reutilizáveis feitas de TNT.

Por que todas as lojas de roupa ainda não adotaram essa estratégia de marketing? As pessoas (e principalmente as mulheres) vão querer desfilar por aí, com suas sacolas lindas (e caras!) e vão fazer propaganda da marca a vida inteira…

Se alguém tiver alguma indicação de sites e empresas que vendem sacolas retornáveis, deixem o link aqui… :)

Guia Verde dos Eletrônicos Atualizado

quarta-feira, 2 de abril de 2008

O Guia Verde dos Eletrônicos foi atualizado em Março (estou um pouco atrasada!) e nós merecemos saber quem são os novos líderes no ranking verde. Empatados com nota 7.7, Samsung e Toshiba, que ganharam pontos na política de substâncias tóxicas e reciclagem respectivamente.

Comparando com o Guia de Dezembro de 2007: Samsung continua liderando com a mesma quantidade de pontos, Toshiba de 7 para os atuais 7,7, e Sony Ericsson que antes era líder e agora com 6.7, perdeu pontos na política e prática do desperdício eletrônico (e-waste).

O que dá pra perceber, é que eles incluiram esse novo critério de desperdício eletrônico que não aparece em nenhum momento na versão 6. A Sony, Dell, Lenovo continuam com a mesma pontuação: 7.3. A Nokia, Motorola, Microsoft e Philips tiveram boas melhoras, com atuais 7.3, 6.3, 4.7, 4.3 respectivamente.

As outras marcas tiveram variações pequenas. Mas não posso deixar de parabenizar a Nintendo que de 0 passou para 0.3! E só pra deixar claro que eles só ganharam esses 3 décimos porque criaram um Documento de Padrões Ecológicos para Fornecedores que segundo o Greenpeace ainda não foi fornecido.

Mais legal ainda é ver o FAQ da Nintendo (no site) que na resposta para a pergunta “O que a Nintendo faz para ajudar a proteger o meio ambiente?” a gente encontra: Nintendo is very concerned with doing our part to help preserve the environment. We’re always researching new products and procedures to make our products and operations as environmental-friendly as possible.

Isto é: A Nintendo está muito preocupada em fazer a nossa parte para ajudar a preservar o meio ambiente. Nós sempre procuramos por novos produtos e procedimentos para tornar nossos produtos e operações amigáveis ao meio ambiente o quanto possível. Me engana que eu gosto!!! ¬¬

Para ler sobre a versão anterior de Dezembro de 2007, clique aqui.

Procurando por Eletrônicos Verdes

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Greenpeace: Creating a toxic-free future.
(Criando um futuro livre de tóxicos)

Esse é slogan da ONG ambiental que foi até a Cebit (Feira Internacional de Tecnologia, Telecomunicações, Softs e Serviços) apresentar um estudo, o Searching for Green Eletronics, sobre os eletrônicos que unem maior eficiência energética, possibilidade de reciclagem e menor uso de substâncias tóxicas.

Já vimos o Guia dos Eletrônicos Verdes do Greenpeace que desde Agosto de 2006, avalia as empresas de eletrônicos e disponibiliza um ranking de acordo com políticas e práticas ambientais.

Já o Searching for Green Eletronics, avalia cada produto desde aparelhos celulares, laptops e desktops feitos por uma determinada marca que foram vendidos entre agosto e novembro de 2007.

Para entender quais os critérios que definem os pontos do produto – como uso de substâncias tóxicas, reciclabilidade, energia gasta, inovações – é só dar uma olhada no relatório. O Greenpeace convidou em algumas empresas para participar e dentre elas, 14 aceitaram, mas 8 não concordaram para este relatório.

O Greenpeace decidiu não avaliar empresas que não se submeteram voluntariamente, são elas: Acer, Apple, Asus, Creative, Microsoft, Nintendo, Palm e Sharp. Comparando com o Guia Verde de Dezembro de 2007, as empresas Accer, Apple, Microsoft, Nintendo e Sharp participaram do ranking, isto é: só as marcas Asus, Creative e Palm ainda não aceitaram ser avaliados.

Mas como diz o ditado “Quem não deve, não teme”, então aí tem coisa! Quem sabe na próxima atualização do ranking, eles não aceitam? Se até a Nintendo teve a coragem de “mostrar a cara” e receber um zero bem redondo pra quem quisesse ver, pior eles não podem ficar! :D

O celular considerado o mais verde do mundo foi o T650i, modelo da Sony Ericsson que teve a melhor pontuação dentre 10 possíveis: tirou 5,3 (!) A Sony também liderou nos Laptops.

O Greenpeace parabeniza as empresas que aceitam o desafio e espera que este trabalho de análise sirva como feedback dos seus esforços e que os encoragem a entrar neste caminho de progresso.

Baixe aqui o Relatório Searching for Green Eletronics. (Nem preciso dizer que está em inglês né? Mas é interessante pra entender o processo de avaliação que eles fizeram se quisermos adotar na criação de algum outro tipo de lista de comparações).

Fonte: Blog do Planeta

Agora… Quem vai criar os Guias de Produtos Domésticos que tanto usamos no dia-a-dia? Eu juro que vou tentar! :)

Promessas Verdes no Supermercado

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Encontrei um artigo da Revista Página 22, da jornalista especializada em meio ambiente Regina Scharf, que falava exatamente sobre o que sempre questiono aqui. A confiabilidade nas empresas que dizem ter produtos ecologicamente corretos.

O artigo é sobre o estudo feito pela TerraChoice Environmental Marketing que avaliou 1.018 produtos que teoricamente teriam diferenciais sustentáveis desde pasta de dentes à cartuchos de impressoras (vendidos em lojas americanas e canadenses do porte do Wal-Mart).

Ela escreveu:
“Apenas um produto – uma marca de papel higiênico produzido sem cloro, com conteúdo reciclado – cumpriu plenamente aquilo que prometia.”

Ou seja, 99,9% dos exemplares avaliados eram mentirosos ou, pelo menos, dúbios. O levantamento foi feito pela TerraChoice Environmental Marketing, consultoria especializada no desenvolvimento de produtos sustentáveis e no reposicionamento de empresas nesse mercado.

“Os consumidores recebem uma enxurrada de produtos que apregoam ser ecologicamente corretos”, diz Scott McDougall, presidente da TerraChoice.
“Pois nós encontramos uma terrível quantidade de ofertas enganosas.” Esse tipo de estelionato é particularmente vantajoso, já que os consumidores conscientes costumam aceitar preços mais salgados.

A empresa identificou seis pecados recorrentes. O mais comum é o da “cortina de fumaça”, verificado em 57% dos casos analisados. Trata-se da celebração de uma qualidade real que desvia a atenção dos problemas existentes. Embora não se trate de uma falsidade, não resiste a uma análise mais aprofundada do ciclo de vida do produto. McDougall, é como o mágico que mostra uma mão para que o público não preste atenção na outra. Entre os exemplos citados pela pesquisa estão o dos eletrônicos de baixo consumo energético, mas com altos teores de metais pesados, e o do papel reciclado branqueado com cloro.

O segundo pecado mais comum, presente em 26% das ocorrências, é o da falta de comprovação. É o caso de um xampu que se diz orgânico, mas não oferece evidência nesse sentido, nem no rótulo nem no site da empresa. Da mesma forma, muitos produtos de higiene e beleza cujos rótulos informavam que não foram testados em animais não apresentavam nenhuma prova disso.

Em 11% das análises, as informações prestadas eram muito vagas. Muitos desses produtos exploram expressões vazias e ambíguas, como “livre de substâncias químicas”, “atóxico”, “100% natural”, “verde”, “amigo do meio ambiente” ou “ecoconsciente”. Trata-se de besteiras evidentes. Levante o braço quem conseguir citar uma única substância da natureza que não seja química.

O estudo da TerraChoice verificou que, em 4% dos casos, a qualidade apregoada era irrelevante. Aerossóis que indicavam não conter CFC deixavam de informar que o gás, nocivo à camada de ozônio, foi banido desse uso há décadas.

Existe uma forma de prestigiar os bons fornecedores e as marcas fidedignas, e desviar-se dos picaretas? Um caminho é ficar de olho em selos e certificados consagrados. O outro é duvidar, duvidar, até prova em contrário.”

Fonte: Página 22 , TerraChoice Environmental Marketing

Notebooks Verdes

quinta-feira, 13 de março de 2008

No site da UOL, você encontra uma Galeria de Fotos com os produtos de tecnologia mais verdes do mercado. Entre eles, destaquei os três notebooks anunciados como sendo ecologicamente corretos e um carregador muito interessante que funciona com energia solar.

1) Notebook Latitude D630 da Dell

O notebook Latitude D630 possui tanto certificado Energy Star 4.0 quanto EPEAT Gold, o que significa que ele atende a todos os critérios obrigatórios e 75% dos critérios opcionais descritos no padrão IEEE 1680 em desempenho ambiental. Para os consumidores, a Dell recolhe velhos produtos e recicla um adquirido Latitude D630 (próximo do fim) gratuitamente. Para clientes corporativos, é cobrada uma taxa.

2) Notebook Portege R500 da Toshiba

O fino e elegante Portege R500 da Toshiba também ganhou a certificação Gold no EPEAT, o que significa que atende a todos os critérios obrigatórios e 75% dos critérios opcionais descritos no padrão IEEE 1680 em desempenho ambiental (o Tecra M9-PTM91, Tecra A9-PTS52 e Tecra A9-PTS53 também possuem o mesmo certificado). Este ultra-portátil de doze polegadas tem certificado Energy Star 4.0, e a Toshiba recicla seus próprios produtos de graça, e produtos não-Toshiba por uma taxa.

3) EcoBook da Asus

O EcoBook é somente um conceito, por enquanto – não será lançado até o próximo ano – mas mal podemos esperar para vê-lo em ação. A Asus declara que conseguiu com sucesso fabricar um case de laptop com bambu, que substitui os plásticos e produtos químicos de difícil reciclagem. A empresa alega ainda que oferece programas de reciclagem gratuitos para seus produtos.

4) Carregador Solio da Better Energy Systems

A Better Energy Systems, que fabrica esse carregador em formato de hélice, afirma que você pode recarregar seu celular, iPod, câmera digital e outros portáteis usando a fonte mais limpa possível: a energia solar. Ele vem com vários adaptadores para plugar em diferentes produtos. A empresa afirma que uma hora de luz solar pode render 25 minutos de conversas telefônicas e uma hora de musica no iPod. Ainda não testamos essas especificações, mas a Macworld deu ao modelo Solio o prêmio Expo Best of Show.


Philips e a Eficiência Energética

terça-feira, 4 de março de 2008

As empresas chegaram a conclusão que para conquistar os novos consumidores ecológicos (ou eco-chatos) é preciso investir no meio ambiente. Um bom exemplo de quem soube captar essa nova atmosfera verde foi a Philips.

Energia Eficiente” é novo blog verde deles que promove idéias sustentáveis, divulga notícias sobre novas tecnologias e disponibiliza uma lista de sites interessantes. Até meus últimos dois posts foram inspirados em matérias publicadas no blog da Philips.

O vídeo da WWF que mostra que tudo volta contra você, e o post dos games, que me fez conhecer os novos jogos online ecologicamente corretos. Ah! Olha o que acabei de descobrir! Fuçar às vezes traz coisas boas! :D http://www.asimpleswitch.com/?country=br

Nesse site, também da Philips, você descobre os mitos e verdades das lâmpadas econômicas, dicas úteis (úteis de verdade!) e ainda conta com um glossário para tirar algumas dúvidas. Mas o mais interessante é ver a animação do item (menu ao lado esquerdo) “Faça a troca” em que você responde “Quantas lâmpadas você trocaria?”, e supondo que sua casa tivesse 8 lâmpadas, você deixaria de emitir 1,331kg de CO2 na atmosfera e economizaria R$1,434 na conta de luz em toda vida útil das 8 lâmpadas tradicionais.

E aí, depois de ficar tão surpreso com a economia (já pensando em passar no supermercado amanhã para comprar as tais lâmpadas mágicas da Philips), você calcula esses valores para 10 pessoas, 100, 1000 e até 10.000 pessoas e se depara com incríveis R$ 17 milhões economizados na conta de luz. E pensar que 10.000 pessoas corresponde à 0,00025% da população do planeta! Incrível, não?!

Só pra recordar: o vídeo do Miniature Earth diz que se você tem um refrigerador, um armário, uma cama e uma casa para morar, você é mais rico que 75% da população mundial; e que 53% vive com em média US$2 por dia.. Sem comentários para esse vídeo.

Por fim, visite os “Produtos Verdes” da Philips e conheça as lâmpadas econômicas. A “Ambiance” parece uma lâmpada convencional que promete reduzir 80% de energia. Disponível nas versões de Luz Clara (Branca) e Luz Suave (Amarela) para criar um ambiente íntimo e acolhedor.

Não sei se é novidade no mercado, mas estou curiosa para ver a lâmpada com luz amarela e econômica ao mesmo tempo. Tentei procurar o preço na internet, mas não achei. Amanhã vou procurar no supermercado aqui perto. :)

Para quem não viu, ou pra quem não se lembra, no Guia Verde dos Eletrônicos a Philips ganhou nota 2 do Greenpeace. Motivo? Não tem nenhum cronograma para eliminar os produtos tóxicos e ganhou nota zero sobre a prática e política do lixo eletrônico. Isso influi na nossa decisão? Claro que sim!

Mandar emails exigindo a melhora da postura com o meio ambiente é um bom começo. As inovações da empresa não indicam essa postura e sim que estão sabendo aproveitar as novas necessidades do consumidor para benefício próprio. Você pode estar economizando energia dentro da sua casa e ajudando a poluir o rio próximo à fábrica. Não vamos ser vítimas (de novo) do Marketing Verde.

Entre Sustentabilidade Philips e avalie você mesmo. Eu não vou deixar de comprar, mas vou fazer a minha parte. (Se eles me responderem, eu vou postar aqui como prova) E você? Qual sua atitude diante desse dilema?

Fonte: Energia Eficiente; Philips e A Simple Switch

Jogos ecologicamente corretos

sábado, 1 de março de 2008

Já conhecemos o Energyville, um jogo da Chevron que tenta minimizar os impactos do uso do petróleo com outras fontes de energia renováveis. Agora apresento à vocês dois novos joguinhos (que encontrei no site da Philips) que são amigos da natureza.

O EfficienCity é um jogo do Greenpeace e funciona quase da mesma forma que o Energville, e ainda conta com animações de como funciona a energia eólica, o sistema de energia pelas ondas do mar, pelo nível da maré, uma pequena hidrelétrica, entre outras atividades. Mas para nossa tristeza, o jogo é em inglês…

Acesse: GreenPeace – EfficienCity

A “Green is Universal” criou o Build your own Green Home onde você deve escolher o clima local, o material da construção, os tipos de geração de energia e outras atitudes eficientes como reusar a água para regar o jardim, separar o lixo reciclável, usar tecnologia e energia eficientes… No final, depois de montar sua casa, você clica em Check Efficiency para saber o quanto de eficiência tem suas escolhas. Quanto mais alto melhor. O máximo que consegui foi 180%.

Site: Green is Universal – Game

Joguinhos divertidos e informativos pra quem entende inglês! Falta criarem um joguinho em português! E que seja interessante, porque o Banco Real lançou o “Cidade Real” em que você tem que investir o dinheiro em Educação, Cultura, Economia, Social, Urbanização para ter um nível de Satisfação da população alto. Me entreteu por alguns minutinhos e depois fechei sem paciência de continuar jogando. E vocês o que acharam?

Em relação aos videogames, o Greenpeace lançou um site “Clash of the Consoles” onde compara Nintendo, Sony e Microsoft. Lá você encontra um vídeo divertido em que Mario (Nintendo), Kratos (Sony) e Master Chief (Microsoft) recebem a notícia de que seus respectivos videogames são fabricados usando materiais tóxicos, nocivos não só ao meio ambiente mas também às pessoas que trabalham em sua produção. E ainda contém e-mails pré-redigidos, convidando seus usuários a escrever para as empresas para demandar consoles mais “verdes”.

O jornalista Dan Takahashi, do San Jose Mercury News, mediu o consumo de energia dos três consoles que dominam o mercado (Wii, Playstation 3 e X-Box 360). Veja os resultados a seguir:

  • X-Box 360 (Microsoft): 194 watts/hora
  • Playstation 3 (Sony): 171 watts/hora
  • Wii (Nintendo): 17 watts/hora

É, a Nintendo nesse quesito está em vantagem, mas não vamos esquecer que no Guia Verde dos Eletrônicos, ela foi a primeira marca global a ter pontuação zero em todos os outros critérios!

Fonte: Mude o Mundo 17.12.2007; Mude o Mundo 30.08.2007; Energia Eficiente e Clash of the Consoles

Os Famosos Sacos Plásticos

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Na comunidade Desenvolvimento Sustentável na rede social orkut, começou uma discussão sobre os famosos sacos plásticos que tanto fazem parte da nossa vida, seja no supermercado ou na quitanda, na farmácia, nas papelarias, nas lojinhas de presentes e etc. Eles estão em todo lugar e o pior de tudo, é ter que admitir que eles são muito eficientes na hora de juntar o lixo de casa.

Os sacos plásticos apesar de úteis, causam uma tremenda poluição ao meio ambiente. Isso porque eles são feitos de cadeias moleculares inquebráveis, isso é, são difícies de serem degradados, podendo levar cerca de 400 anos para desaparecer completamente. Além disso, a manufatura do polietileno – substância do qual é feito o saco plástico – faz-se a partir de combustíveis fósseis o que acarreta a emissão de gases poluentes.Mas o maior problema é o destino final que damos a esses saquinhos plásticos. Eles sempre acabam nos aterros sanitários ou nos rios e oceanos quando o esgoto é jogado sem tratamento.

Nos aterros sanitários e mesmo lixões à céu aberto, os sacos plásticos dificultam e impedem a decomposição de materiais orgânicos e/ou biodegradáveis. Além disso, comprometem a capacidade do aterro, deixam o terreno muito impermeável e instável para uma boa adequação dos resíduos.

Já no mar, o saco plástico além de poluir visualmente, e diminuir a qualidade da água, provoca asfixias em animais marinhos. Baleias, tartarugas e golfinhos podem confundir algas e águas-vivas com os sacos plásticos e acabarem sufocadas, o que as leva à morte. O caso mais dramático ocorreu em 2002, quando uma baleia anã deu à costa da Normandia com cerca de 800 kg de sacos de plástico encravados no estômago.


Em alguns lugares do mundo já foram tomadas atitudes para acabar com o uso dos sacos plásticos.
Em São Francisco, nos EUA, foi proibida a utilização desses sacos em supermercados e farmácias. Na Europa, vários países – Alemanha e Dinamarca, entre outros – já evitam a entrega gratuita de sacos pelos supermercados à clientela. Na Irlanda, por exemplo, há um imposto de 0,22€ para cada saco plástico distribuído, o que reduziu em 90% o uso. E melhor ainda: todo o dinheiro recolhido vai para projetos ambientais.

Em Zanzibar (um conjunto de ilhas na África), também foi proibido o uso das sacolas plásticas, pois o turismo que é principal atividade econômica esta sendo prejudicado pelos danos à vida marinha. Mas lá a atitude foi bem radical: se você usar um saco plástico, pega seis meses de cadeia ou paga 02 mil dólares de multa.

Em alguns lugares os supermercados já fazem propaganda do uso de sacolas verdes, isso é, sacolas biodegradáveis, fotobiodegradáveis, hidrossolúveis e oxibiodegradáveis. E o custo total pela substituição por esses plásticos mais desenvolvidos é quase a mesma coisa dos comuns. Isso porque a procura está cada vez maior, o que vem barateando a novidade. E de qualquer maneira, a adoção desses plásticos traz benefícios com Preservação Ambiental e Marketing Verde.

Cada vez mais pesquisas nos surpreendem, e eu fico me perguntando por que o Brasil ainda não tomou uma atitude sobre isso. Existem infinitas opções para substituir os usuais sacos plásticos que tanto nos trazem problemas. Cada família brasileira descarta em média 40kg de plástico por ano. E apenas os plásticos filme – os saquinhos dos supermercados e afins – correspondem 30% do total de plástico descartado.Em mais de 40 países, entre eles, Inglaterra, França e Portugal já utilizam as sacolas plásticas oxibiodegradáveis. Estas aceleram a decomposição do material numa velocidade até cem vezes maior (o plástico comum levaria dezenas de anos para se degradar). Tem seus aspectos negativos: o alto custo dos materiais que são partículas derivadas de metais pesados que assim poderiam contaminar os lençóis freáticos.

Já o porém dos sacos biodegradáveis é que devem estar num ambiente biologicamente ativo, como por exemplo ser enterrados no solo para que o processo de degradação se inicie.

A melhor opção pode ser a marca de sacos plásticos d2w® que mesmo que descartada ao ar livre já começa a sua degradação. É incluído um aditivo especial que atua na decomposição das ligações carbono-carbono do plástico, o que leva a uma diminuição do peso molecular e ao final uma perda de resistência e outras propriedades.

Empresas como a Aqualung, Petrobrás, Caixa Econômica, Banco do Brasil, ABN Amro Bank, Bradesco, Vivo, Natura, O Boticário, Varig, Correios, Nova Schin, dentre mais de 50 empresas listadas no Brasil já adotaram os plásticos d2w®.
No site você também pode encontrar embalagens hidrossolúveis: resbrasil.com.br

Já a Nobel Pack fornece embalagens com a tecnologia d2w® e também 100% reciclados, a partir de embalagens de longa vida e aparas brancas.

Para produzir 1 ton kg de papel reciclado, aproximadamente 17.000 sacolas:

- 20.000 litros de água serão economizados – o que equivale a um consumo médio diário de 100 pessoas.
- 250Kw de energia não serão utilizados – o que representa o consumo mensal de uma família.
- 18 árvores não serão cortadas.
- 1,46 ton de embalagens longa vida serão retirados do lixo – o que equivale a 50.780 embalagens de longa vida de 1 litro.

Arezzo, Cantão, Claro, Cacau Show, Intelig, Natura, Tim, Swatch já fazem parte dessa campanha! Entre no site: nobelpack.com.br

Fonte de pesquisa: Em Dia com a Cidadania; Jornal da Ciência; eupodiatamatando.com; cempre.org.br; resbrasil.com.br e Nobel Pack

Pesquisa feita por Andrea Mieko
(Ao copiar, não esqueça de citar a fonte e avisar por email)

Creative Commons License
Os Famosos Sacos Plásticos de Andrea Mieko está registrado na Creative Commons Atribuição 2.5 Brasil License.
Publicado no site meumundosustentavel.com.
Permissões devem ser solicitadas por email: http://meumundosustentavel.com/contato/.

Arte em Pneus

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Existe uma ONG especialista em tranformar pneus em arte! Veja em: arteempneus.org.br o trabalho dessa equipe que cria cadeiras, mesas, lixeiras, floreiras, puffs e outras coisas criativas a partir de pneus usados.

Veja o catálogo com os preços em: www.arteempneus.org.br/catalogo.asp

Todo mundo quer ser verde

sábado, 19 de janeiro de 2008

“Na busca por uma imagem “ecologicamente correta”, as empresas investem em projetos de plantio de árvores, recuperação de águas contaminadas e até em jogos online que ensinam como montar a matriz energética de uma cidade virtual”

Em 29/11/2007, a revista Exame publicou o Guia Exame 2007 de Sustentabilidade, que publicou a lista das 20 empresas-modelo de sustentabilidade considerando três aspectos: econômico-financeiro, ambiental e social. Na matéria “Todo mundo quer ser verde”, a Exame falou das empresas que estão recorrendo ao marketing verde para aumentar as vendas, e o que algumas vezes não são verdadeiras. Este fenômeno chamado de greenwash nos Estados Unidos, se refere à empresas que alardeiam fervorosamente um engajamento ambiental, mas não conseguem transformar o discurso em prática. Dentre os exemplos, foi citado o Seguro Carbono Neutro do banco HSBC em que os clientes que comprarem as apólices terão um certificado de neutralização do gás carbônico calculadas com base no prejuízo médio que os clientes causam ao meio ambiente. Como na própria matéria fala, o marketing deve ser transparente. E que o produto deveria focar a redução de emissão de gases e não a compensação da poluição.

Mas na minha opinião, o projeto não é tão ruim assim. Só é preciso repensar na forma de divulgação do projeto, incluindo a mídia e um certificado de realização. O encarregado de neutralizar as emissões é o próprio banco, por isso é preciso uma forma de comprovar essa realização. Seja por meio de revistas mensais, informativos, vídeos, programas na tv, fotos, ou até contando com a participação dos próprios clientes. As consultorias de propaganda precisam usar mais criatividade na hora de explorar as diversas formas de falar sobre o meio ambiente e o marketing verde. Para as empresas que realmente tem responsabilidade com o meio ambiente, isso é um disperdício. O marketing verde é um item a mais para entrar na concorrência, e não há nada de errado com isso. O único problema é identificar uma empresa que tem o projeto só no papel e que não faz nem esforço para que vire uma realidade. Cabe a nós exigir essa preocupação por parte da empresa do produto, ou então pesquisar na concorrência qual a que mais faz pelo meio ambiente.

Tudo bem que muitas vezes é difícil adivinhar se a empresa realmente faz o que tanto fala. Porém, ao consumirmos um produto de uma empresa que pelo menos fala, estaremos incentivando outras empresas que não tem nenhum projeto sobre meio ambiente a tomarem uma iniciativa e começarem a fazer sua parte. E desta vez, pode surgir uma verdadeira responsabilidade ambiental por parte dessa empresa, o que só fará com que ela dispare na frente das concorrentes. Além do aumento nas vendas, não podemos esquecer que a redução de custos com materias, lixo, energia e água, também é um incrível benefício para o orçamento da empresa.

Consumidores preocupados

Uma pesquisa do Ibope com 1 500 entrevistados mostra que os brasileiros estão cada vez mais atentos ao que as empresas fazem quando o assunto é sustentabilidade
92% julgam que separar lixo para reciclagem é uma obrigação da sociedade, mas apenas 30% fazem isso em casa
89% julgam que os fabricantes têm obrigação de prevenir os problemas que podem causar ao meio ambiente
68% estão convencidos de que os problemas que envolvem o meio ambiente tendem a piorar ou a ficar iguais à situação atual
46% pensam que as empresas que fazem algo pela sociedade e pelo meio ambiente usam essas ações apenas como marketing”

Leia a reportagem completa em: Guia Exame 2007 de Sustentabilidade, reportagem de 29.11.2007

 

Water Powered Clock

sábado, 19 de janeiro de 2008

Este relógio-vaso funciona com água. O mesmo líquido que mantém as flores vivas é o que faz o tempo ser medido. Um conversor interno tira elétrons das moléculas de água e transforma em energia.

Custa US$13 na ThinkGeek (EUA)

Sun Radio

sábado, 19 de janeiro de 2008

Sorbo Sun Radio

Imagine um rádio que não utiliza pilhas e nem baterias

Sintonize este rádio AM/FM usando só a força do seu muque. É so girar a manivela por 5 minutos e ouvir mais de uma hora de som. O rádio também tem um painel que capta e tranforma a energia solar.

R$100 na SafariShop

Ser verde é um bom negócio

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Diante de tantas notícias sobre o meio ambiente e aquecimento global, a maioria com péssimas previsões climáticas, várias empresas apresentam iniciativas para tentar reduzir o impacto ambiental daquilo que produzem. Companhias de todos os setores sabem que só há um caminho para se adaptar aos novos tempos: inovar para transformar a crise ambiental em vantagem competitiva. E apoio para se tornar uma empresa ecologicamente correta é o que não falta. Além de inúmeras consultorias especializadas que surgiram nos últimos anos, já existem linhas de financiamento para quem quer produzir sem poluir.

O Banco Real, por exemplo, criou o projeto “Produção Mais Limpa” voltado para pequenas indústrias que precisam investir em tecnologias que não sujam o ar nem as águas. Não só o Real, como o Bradesco também disponibilizam linhas de crédito para você financiar o kit gás do seu carro ou o aquecedor solar da sua casa. Atualmente, com tantas facilidades, as empresas que não investem em medidas de proteção ambiental saem perdendo, porque cada vez mais os consumidores estão se conscientizando, e dando preferência aos produtos que não comprometem a vida do planeta. Acesse o site do Banco Real e do Bradesco e confira as vantagens de ser cliente de bancos que apóiam a sustentabilidade.

Balada Sustentável

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

“Vá a um Club da moda e se sinta mais feliz por estar contribuindo contra o desperdício, o uso excessivo de água, energia e materiais descartáveis. Essa idéia forma a base da “Sustainable Dance Club” um novo conceito criativo que vem de Roterdã, Holanda.
A danceteria sustentável traz inovações em um campo de design sustentável e aplica as técnicas de responsabilidade social. A energia elétrica será gerada na pista de dança a partir dos movimentos das pessoas enquanto dançam (assista o vídeo no fim do post). Esse chão especial está em desenvolvimento em cooperação com a Universidade Técnica em Delf.
A idéia de Club sustentável inclui abastecimento dos banheiros com água da chuva, paredes que mudam de cor numa reação ao calor e turbinas de vento para arejar o terraço. E no bar, cerveja orgânica. A danceteria sustentável é um conceito de duas organizações: Enviu – Innovators in sustainability e a empresa de arquitetura Döll.”
> Veja um infográfico de como será a nova danceteria verde.