O Meio Ambiente é Tudo!
05 de Junho de 2009Fico feliz que pelo menos hoje, jornais, revistas, programas de tv e blogs dediquem seu tempo à falar do meio ambiente. E eu fico torcendo para que esse dia seja um marco na vida das pessoas para que abram sua consciência e mudem seu estilo de vida de consumo e descaso para uma mais sustentável.
Só que, o que quero ressaltar aqui, é que meio ambiente é TUDO. E que é triste ver um Jornal como OGlobo, dedicar um caderno especial ao meio ambiente em que o único tema descutido é a Água. Porém, devo dizer que se trata de um excelente especial sobre a Água, e que se hoje mesmo fosse Dia da Água, eu não teria críticas à respeito.
Preciso dizer isso aqui, porque vai contra o meu discurso: o meio ambiente é tudo à sua volta, não só natureza mas também o espaço construído. É amplo, reúne muitos temas para um só caderno especial, concordo. Mas por favor entenda que o dia de hoje não se resume só à água. Aliás, o meio ambiente deve ser abordado todos os dias, e é. Só que ao lermos uma matéria no jornal, não notamos que estamos falando sobre o meio ambiente. Tudo se resume ao meio ambiente. Porque não adianta sobre o que vamos conversar ou nos preocupar, no fim de tudo, dependemos da qualidade desse meio para sobreviver.
No caderno principal, em “Opinião”, um ótimo relato sobre a questão atual do ministro Carlos Minc, começa assim:
“Não importa o destino do ministro Carlos Minc. Importa é como o Brasil conseguirá manejar com um tema fundamental para a Humanidade, o meio ambiente.”, e termina:
“Minc subiu a voz contra ministros e parlamentares talvez por ter percebido o isolamento político que vive em Brasília. O chefe, presidente Lula, parece executar nas conversas privadas de gabinete a mesma coreografia encenada nos palcos e auditórios, onde fala aquilo que plateias e interlocutores querem ouvir. Minc já deve ter achado que recebia apoio incondicional de Lula, e percebido depois que o mesmo é dito a todos. Inclusive a quem se lixa para o meio ambiente. Ontem, saiu animado de uma conversa com Lula. A ver. Como analisou um ex-ocupante da cadeira de Minc, Gustavo Krause, ministro de FH entre 1995 e 98: o meio ambiente é uma questão central para a Humanidade e periférica para os governos brasileiros. E assim o tema fica sobre os ombros de uma pessoa apenas, o ministro. Todos os demais não dão bola para o assunto, quando o desenvolvimento sustentado deveria ser responsabilidade de Estado. A crise em torno de Minc se refere a algo mais importante que o futuro de um ministro. Tem a ver se o Estado brasileiro entende mesmo o que significa meio ambiente. Tudo indica que até hoje não entendeu do que se trata.”
Você pode ler o artigo completo (O nome da crise) aqui.
No destaque do artigo publicado no OGlobo, escrito por Israel Klabin, presidente da fundação brasileira para o desenvolvimento sustentável estava: “Presidente, segure o ministro, pois ele dá credibilidade ao governo.” Querem tirar o ministro porque ele está fazendo seu trabalho? Tem mesmo que comprar a briga, só assim funciona.
Temos que defender junto com o ministro nossos interesses ambientais. E também dependemos dele para proteger nossa Floresta Amazônica dos olhos de países desenvolvidos, como o dos Estados Unidos, sob o comando de Barack Obama. De acordo com os boatos, os livros americanos sobre geografia, citam que a Amazônia é propriedade da humanidade, e que os brasileiros são um povo primitivo não capazes de administrar as riquezas dessa floresta. E deixando de lado a hipocrisia, até hoje realmente não fomos capazes de cuidar direito da NOSSA floresta..







Encontrei um excelente site de uma Empresa de Arquitetura de São Paulo que faz seus projetos com foco na sustentabilidade. Não conheço o trabalho da Empresa, mas podemos visualizar no site 





O novo tipo de papel é resistente a água, e pode ser a solução para os livros que depois de anos e muito uso, fica desgastado, amassado, rasgado e amarelado. A ideia já foi testada em larga escala e patenteada. “Ele pode ser aplicado em outdoors, manuais, cartilhas, rótulos, etiquetas, livros”, disse a coordenadora da pesquisa Sati Manrich.











