Lixão do Pacífico

Achei esse vídeo da reportagem do Fantástico sobre a enorme camada de lixo que flutua pelo Oceano Pacífico. Estima-se a existência de 1,6mil quilômetros da costa entre a Califórnia e o Havaí – o equivalente a uma área maior que a soma de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Goiás.

No site do Greenpeace você encontra – em inglês – um infográfico do trajeto do lixo pelo Pacífico.

Praia do Hawai

Leia a última matéria sobre o Oceano de Plástico no Pacífico baseada no email que anda circulando por aí.

Outros problemas que podem afetar os Oceanos por causa da interferência humana são:

(Retirado do site Planeta Sustentável)

Acidificação das águas – A produção desenfreada de dióxido de carbono (CO2), o gás do efeito estufa produzido pela queima de combustíveis fósseis, faz com que os oceanos hoje absorvam uma quantidade dez vezes maior da substância do que há 100 anos. O CO2 eleva a acidez das águas, o que ameaça a sobrevivência de diversas espécies de peixes e mamíferos.

Surgimento de zonas mortas – O esgoto doméstico, os dejetos de gado e o lixo industrial despejados nos oceanos promovem a proliferação de algas. Em excesso, elas ameaçam todas as outras formas de vida porque, quando morrem, são degradadas por bactérias num processo que consome grande parte do oxigênio da água. O resultado é o surgimento das zonas mortas, inóspitas à maioria das espécies. Há cinqüenta anos, havia três zonas mortas no mundo. Hoje, são 150.

Desaparecimento de mamíferos – A presença de mamíferos marinhos é um indicador bastante preciso da qualidade dos oceanos. Alterações no ciclo de vida desses animais alertam para desequilíbrios em seu ambiente. Na última década, milhares de golfinhos e leões-marinhos morreram por envenenamento ao comer peixes menores, que se alimentam de algas tóxicas, contaminadas por resíduos químicos.

Marés vermelhas freqüentes – Chama-se de maré vermelha a concentração de algas tóxicas em águas litorâneas. Há uma década, no Golfo do México, ela ocorria uma vez a cada dez anos. Atualmente, acontece todos os anos. Causa a morte de cardumes e pode provocar nas pessoas reações alérgicas e dificuldade para respirar. O fenômeno se deve à destruição dos manguezais e pântanos e à poluição decorrente da ocupação humana nas regiões costeiras.

Destruição do assoalho marinho – A poluição decorrente de vazamentos em petroleiros destrói o habitat das espécies que vivem próximo à superfície oceânica. Mas o assoalho marinho também sofre com a contaminação ao redor das plataformas de perfuração e extração de petróleo. O nível de hidrocarbonetos no solo marinho se mantém excepcionalmente alto numa área de 8 quilômetros em volta das plataformas de extração. Em algumas regiões do Mar do Norte, a área poluída cobre mais de 100 quilômetros quadrados do assoalho marinho.

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  • 2 comentários para “Lixão do Pacífico”

    1. Luiza disse:

      Oi,
      conheci o seu blog, não esse, o outro, junto com dois amigos e nós nos interessamos muito por suas postagens. Como não sei irá ler o que escrevi antes…
      Aderbal, Tiago e eu somos estudantes de Gestão Ambiental, 3° período da USS e gostaríamos de entrar em contato se possível.
      Parabéns pelo seu trabalho!
      Aguardamos resposta.
      Abraços.

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    2. [...] formação de grandes depósitos de lixo no oceano, e em praias desertas. Veja as matérias: “Lixão do Pacífico” e “Um oceano de [...]

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