Impacto das Mudanças Climáticas nas pragas urbanas

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Por mais que tentem negar, as evidências apontam para o que cada vez mais se materializa em nosso dia a dia: as mudanças climáticas existem, estão sendo intensificadas cada vez mais e estamos colhendo os frutos de nossas más escolhas cada vez com consequências mais graves.

Mudança climática nada mais é que a alteração do equilíbrio dos padrões climáticos do planeta. Ao longo de milhões de anos, o mundo vai se readequando, modificando suas estruturas, entretanto, o fato a ser observado é que essas mudanças estão acontecendo com uma velocidade jamais vista, e isso se deve principalmente aos padrões de produção e consumo da humanidade.

 

O aquecimento global

O efeito estufa, por exemplo, é inerente ao planeta Terra e é ele quem proporciona o ambiente para haja vida no planeta, aquecendo o planeta pela absorção de parte da energia solar que seria refletida de volta para o espaço.

O grande problema do efeito estuda é a intensificação desse fenômeno, elevando a temperatura média global, causando uma série de desequilíbrios. Como as alterações no regime de chuvas. Se continuarmos com os padrões de vida que possuímos, não será possível sustentar esse desenvolvimento por muito mais tempo, pois estamos mergulhando em um poço desconhecido de eventos que não temos exatamente como mensurar os danos.

Um bom exemplo disso são as pandemias, que possivelmente de acentuarão com o constante desmatamento, escassez hídrica e desertificação (que leva as pessoas a se alimentarem de outros animais sem muito controle sanitário) e perda de habitats.

 

Como a mudança climática influencia nas pragas urbanas?

As mudanças climáticas causam, acima de tudo, desequilíbrios. Esses distúrbios climáticos influenciam nos ecossistemas, na temperatura, na disponibilidade hídrica e, consequentemente, nos modos de vida e de reprodução dos animais.

Se há uma mudança no regime de umidade ou de temperatura em determinado local, por exemplo, isso pode incentivar a reprodução de algumas espécies em detrimento de outras. Os eventos climáticos mais extremos como tornados ou outras grandes tempestades destroem habitats e alteram a paisagem, e isso também acarreta em grandes desequilíbrios ecológicos.

O ciclo hidrológico pode ser um grande indutor para desenvolvimento de mosquitos, os quais se valem de água parada e limpa para sua reprodução. Se pensarmos as tragédias humanitárias como a Dengue e a Zika, por exemplo, isso nos dá uma boa noção da importância de se combater as mudanças climáticas.

As chuvas torrenciais aumentam também a incidência de ratos. Enchentes fazem transbordar esgotos, que além de trazer os bichos para a superfície, também traz a leptospirose da urina deles que estavam no subterrâneo. Se essas tempestades vierem acompanhadas de deslizamentos de terra, o entulho gerado pode também ser focos de reprodução e abrigo desses animais. No entanto, apesar da  urgência, somente empresas registradas na vigilância sanitária podem realizar o controle de pragas urbanas.

 

O que é possível fazer para minimizar as mudanças climáticas?

Primeiro passo para a diminuição das mudanças climáticas vem da consciência de cada um, pois no momento que sabemos dos impactos socioambientais provenientes de nossas escolhas podemos tomar melhores decisões. Tomar ciência desses fatos é fundamental para a mudança de comportamento tão necessária para mitigarmos os problemas ambientais que nossas atividades promovem no mundo.

Mudando certos paradigmas estaremos contribuindo diretamente para a diminuição de pragas urbanas, pois menos lixo e menos desperdício de alimentos e água no mundo significa não só menos roedores e insetos transitando entre nós, mas sobre tudo significa um meio ambiente mais equilibrado para desfrutarmos!

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